O mês de janeiro foi positivo para os investimentos, tanto no Brasil quanto no exterior. No cenário doméstico, a bolsa brasileira apresentou desempenho bastante favorável, impulsionada pela entrada de capital estrangeiro, pela valorização das commodities e pela expectativa de redução da taxa de juros ao longo de 2026. Além disso, as perspectivas para a inflação apresentaram melhora, contribuindo para o aumento da confiança dos investidores e favorecendo os ativos locais. Nesse contexto, o Plano Prever obteve rentabilidade de 1,45% no mês, com destaque para os segmentos de renda fixa e renda variável, que contribuíram significativamente para o resultado.
No campo econômico, os dados do mercado de trabalho vieram melhores do que o esperado, com queda da taxa de desemprego e aumento dos salários, sinalizando que a atividade econômica segue resiliente. A inflação também apresentou comportamento mais favorável, beneficiada pela valorização do real e por uma composição mais positiva de seus componentes. Diante desse cenário, o Comitê de Política Monetária indicou a possibilidade de iniciar o ciclo de redução da taxa Selic a partir de março, com expectativa de cortes graduais e postura cautelosa, considerando os riscos fiscais e o nível ainda elevado da atividade econômica.
No cenário internacional, o mês foi marcado por períodos de maior volatilidade nos preços das commodities e dos ativos financeiros, em função do aumento das tensões geopolíticas entre os Estados Unidos e o Irã, o que elevou o nível de cautela dos investidores. Ainda assim, as bolsas globais apresentaram bom desempenho, apoiadas pela expectativa de queda nas taxas de juros e pela perspectiva de desaceleração moderada da economia americana. A desvalorização do dólar e as oportunidades mais atrativas em outros mercados também incentivaram a diversificação dos investimentos, beneficiando países emergentes, como o Brasil.
Nos Estados Unidos, o banco central manteve a taxa de juros estável, em linha com as expectativas, e destacou que os riscos relacionados ao enfraquecimento do mercado de trabalho diminuíram, enquanto o consumo permanece resiliente. Esse cenário reforçou a percepção de que o início de um ciclo de redução de juros poderá ocorrer de forma gradual, a depender da evolução dos indicadores econômicos.
Por fim, janeiro foi um mês importante para o Plano Prever, que apresentou rentabilidade superior à sua meta no período (CDI + 1% a.a.). O resultado positivo foi impulsionado pela contribuição equilibrada dos diferentes segmentos da carteira, refletindo uma estratégia de investimentos diversificada e alinhada aos objetivos de longo prazo do Plano, sempre com foco na segurança e no crescimento sustentável dos recursos dos participantes.
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