OABPrev SP participa das novas gestões da Abrapp e do Sindapp

2020-01-28T11:15:17+00:00 quarta-feira ,18/12/2019|

O sistema fechado de previdência complementar, que engloba os fundos de pensão, tem dado saltos importantes nos últimos anos, abrindo novas frentes de ação, aprimorando-se em controle e qualificação, pagando bilhões em benefícios e, agora, surgindo aos olhos dos brasileiros como caminho quase obrigatório, face à realidade da Previdência Social.
O êxito do sistema até aqui acaba de ser reconhecido pelo próprio setor com a recondução de Luís Ricardo Marcondes Martins à Presidência da Abrapp (Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar). Ex-presidente da OABPrev SP, Martins permanecerá à frente da Associação até 2022. Entre os novos diretores-executivos da entidade para a região Sudoeste está o presidente do Conselho Deliberativo da OABPrev-SP, Jarbas de Biagi, que já presidiu o Sindapp (Sindicato Nacional das Entidades Fechadas de Previdência Complementar)

Não é por acaso que o fundo de pensão da advocacia integra a direção dos órgãos representativos do sistema fechado de previdência complementar. Com 13 anos de existência, 50 mil participantes e patrimônio de 900 milhões de reais, modelo de plano previdenciário instituído, a OABPrev SP, por seu seu presidente, Marcelo Sampaio Soares, compõe também a nova diretoria do Sindapp (2020-2022).
“O fato de a OABPrev SP integrar as entidades que representam o sistema é relevante tanto para essas entidades quanto para nós, à medida que significa um reconhecimento e, ao mesmo tempo, aumenta nossa responsabilidade”, afirma Soares. “Temos um desafio renovado e o compromisso de ajudar no crescimento do sistema”, acrescenta.
Para Jarbas de Biagi, o trabalho realizado pela OABPrev SP “leva um benefício a toda a advocacia e a seus familiares e, por isso, tem o reconhecimento da classe”. Segundo o dirigente, “o sistema de fundos instituídos tem a OABPrev SP como um dos seus grandes integrantes”, o que a torna “reconhecida por todas as entidades fechadas de previdência complementar”.
“O sistema fechado de previdência complementar atua coletivamente. A força do coletivo é que nos leva a tal posição”, sentencia Biagi.
“Janela de oportunidade” – Alçado pela segunda vez à Presidência da Abrapp, depois de estar à frente da OABPrev SP por duas gestões, Luís Ricardo Marcondes Martins enxerga no presente momento “uma grande janela de oportunidade” para que o sistema fechado de previdência complementar consolide-se como “parceiro do Estado brasileiro para ampliar a proteção dos trabalhadores”.
À luz da reforma da Previdência Social, diz Martins, “há uma demanda reprimida, e as pessoas já têm a percepção de que vão ter de contribuir por mais tempo e receber um benefício menor na inatividade”. Para o dirigente, a condução da economia por égides liberais “diminui a figura do Estado provedor, e faz com que o trabalhador cada vez mais tenha de se preocupar em fazer sua poupança”.
O momento positivo para o sistema fechado de previdência complementar pode ser medido também pelo bom relacionamento entre suas entidades representativas e membros do Ministério da Economia, especialmente no âmbito do CNPC (Conselho Nacional de Previdência Complementar). “Há uma visão estratégica e eles têm mantido um diálogo muito bom conosco”, salienta o presidente da Abrapp.
Internamente ao setor, Martins enumera avanços, entre os quais a criação dos planos setoriais, “com a possibilidade de extensão do vínculo aos familiares”, o fortalecimentos dos fundos instituídos, “em que se sobressaem cases de sucesso como a OABPrev SP, e o aprimoramento dos instrumentos de profissionalização de dirigentes, cujo exemplo maior é a ação da UniAbrapp, que já conta com MBA, cursos in company e ensino a distância.
Outro avanço recente deu-se no campo da autorregulação, como lembra Martins: “A Abrapp trouxe a autorregulação, e deu certo. Nós temos agora de aperfeiçoá-la. Mais de 60 entidades já aderiram à autorregulação do processo decisório de investimento”.
Entre os desafios, atenção especial para os investimentos num cenário de juro baixo. “Temos de buscar alternativas que permitam, dentro de um perfil de risco maior, com monitoramento e controle, buscar uma rentabilidade superior, porque renda fixa e títulos públicos não irão rentabilizar os planos adequadamente”, alerta Luís Ricardo Marcondes Martins.

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