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CENÁRIO MACRO ECONÔMICO E PERFIL DE INVESTIMENTO OABPREV SP 3º TRIMESTRE 2013
2013-12-17

Prezado Participante,

Os mercados ao longo dos últimos meses foram bastante voláteis. As expectativas de que o Banco Central Americano (FED) reduziria o ritmo de compras de títulos públicos e hipotecários em setembro, combinado seguidas surpresas para cima nos indicadores de atividade nos EUA, puxaram as taxas de juros no mundo para cima, movimento que vinha acontecendo desde maio. Os países emergentes com grandes déficits em transações correntes foram bastante punidos com a abertura dos juros americanos, destacando-se Índia, Turquia, Brasil e Indonésia. O Real, por exemplo, superou R$2,40/US$ em agosto, enquanto o contrato futuro de taxa de juros com vencimento em janeiro de 2017 ficou próximo de 12,0%. O Banco Central do Brasil com o intuito de conter a depreciação do câmbio e seus impactos sobre a taxa de inflação lançou o programa de intervenções diárias através de leilões de swap e venda com compromisso de recompra, o qual obteve sucesso, acompanhando também o fechamento dos juros americanos e a queda do prêmio de risco Brasil, medido pelo CDS, levando a cotação do Real para ao redor de R$2,20/US$. Esse movimento também tirou prêmio da curva de juros brasileira, a qual em certos momentos havia precificado aceleração no ritmo de elevação da taxa básica de juros (Selic).

No caso dos juros americanos, houve várias surpresas positivas nos dados de atividade econômica, enquanto os dados de inflação continuaram mostrando leituras bastante modestas, com o núcleo do PCE rodando em 1,2% ano/ano, abaixo do mandato do Banco Central americano (de 2%). No entanto, a divulgação dos dados de geração líquida de empregos, no começo de setembro, frustrou as expectativas de mercado. A criação líquida de empregos ficou em 169mil (em agosto), contra a mediana das expectativas em 180mil, com o número anterior (de julho) sendo revisado de 161mil para 127mil e a média móvel trimestral ficando em 148mil, abaixo do que os membros board do FED acham como nível saudável (um saldo por volta de 200mil). A taxa de desemprego que tem mostrado trajetória de queda, caindo para 7,3% em agosto, vem apresentando um qualitativo fraco, de parte da melhora refletindo a redução da taxa de participação no mercado de trabalho americano. Adicionalmente, a abertura dos juros americanos também pressionou as taxas hipotecárias, lembrando que o segmento imobiliário é visto como de fundamental importância para a dinâmica da economia americana e é bastante monitorado pelo FED. Dessa maneira, o comitê de mercado aberto (FOMC), em meados de setembro, decidiu por manter o ritmo de compra de títulos públicos e hipotecários em US$85bilhões, surpreendendo os analistas de mercado e sinalizando que o FOMC irá subir a taxa básica de juros de maneira bastante gradual, com os juros ao redor 2% em 2016, abaixo da previsão de longo prazo de 4%, mesmo com desemprego e inflação dentro do mandato do FED. As justificativas dadas pelo FOMC foram o rápido aumento das taxas de juros e hipotecárias, o qualitativo do mercado de trabalho e as discussões no âmbito fiscal, como a do teto da dívida, que representam ameaças às confianças das famílias e empresas. Outro motivo que contribuiu para a melhora dos mercados foi a renúncia do Lawrence Summers à candidatura da presidência do FED, lido pelo mercado como mais austero em termos de política monetária. Dessa forma, Janet Yellen, atual vice-presidente do FED, vista como uma dos membros mais dovish do comitê de política monetária, apareceu como favorita à presidência do FED.

No que diz respeito à China, houve uma reversão do sentimento pessimista com o crescimento e medo de pouso forçado, levando os analistas a rever as projeções de avanço do PIB para cima em 2013, para algo entre 7,5% e 8%.

Na Europa, observou-se um cenário mais construtivo na margem, embora com riscos políticos e uma economia ainda frágil.

Por fim, em termos de Brasil, observamos uma mudança de percepção de crescimento em 2013, refletindo várias surpresas positivas nos indicadores de atividade, entre eles o PIB do segundo trimestre que cresceu 1,5% contra o trimestre anterior, enquanto a mediana de mercado projetava um crescimento de 0,9%. Dessa maneira, as expectativas de mercado se deslocaram para uma taxa de crescimento próxima de 2,5% em 2013, enquanto antes várias casas vislumbravam crescimento do PIB abaixo de 2%. A inflação ao longo do terceiro trimestre de 2013 observou leituras mensais confortáveis, refletindo menor inflação de alimentos, com a taxa acumulada em 12 meses no desacelerando rapidamente, embora em patamar ainda elevado. O movimento de depreciação na taxa de câmbio no terceiro trimestre contribuiu para uma continua piora das expectativas de inflação, as quais não apresentaram melhora com a posterior  apreciação do Real, na parte final do trimestre. Dessa maneira, a tarefa do Banco Central de trazer a inflação para a meta continua bastante complicada e tem sido sinalizada de maneira gradual pelo Banco Central, com a continuidade do ciclo de altas de juros em 0,50p.p. por reunião. No momento, trabalhamos com o cenário de ciclo de elevação da taxa Selic terminando em 10,50%p.a. no primeiro trimestre de 2014.

Segue abaixo, as performances dos principais índices do mercado financeiro neste ano de 2013 até o fechamento de setembro:

CDI –> 5,62%
IMA-B 5 (índice composto por NTN Bs com vencimento até 5 anos) –> 1,10%
IMA-B (índice composto por todas as NTN Bs do mercado) –> -8,70%
IMA-B 5+ (índice composto por NTN Bs com vencimento superior a 5 anos)  –> -13,99%
IRF-M (índice composto pelos títulos pré fixados) –> 1,46%
IBOV–> -14,13%
IBX–> -3,19%
IDIV (índice Dividendos)–> -4,25%
SMLL (índice small caps)–> -11,92%

O fundo de investimento da OABPREV SP é um veículo de investimento que busca retornos financeiros em horizontes de médio e longo prazo, o que condiz com o tipo de investimento que representa esta carteira: VEÍCULO DE PREVIDÊNCIA. Segue abaixo a performance histórica do fundo e a comparação com diversos índices de mercado.

 

Atualmente, o fundo de investimento da OABPREV SP possui algumas classes de ativos que constituem a sua carteira. De acordo com a conjuntura econômica do período em questão, os pesos relativos destas classes (citadas abaixo) variam no portfolio do fundo.

•    Renda Fixa CDI
•    Renda Fixa Inflação Curta
•    Renda Fixa Inflação Longa
•    Renda Variável Dividendos
•    Renda Variável IBX Ativo
•    Renda Variável Valor

Ao término do terceiro trimestre de 2013, dado o cenário descrito anteriormente, tanto a classe renda fixa inflação como a classe renda variável foram impactadas de maneira negativa.

Ainda que a classe renda fixa inflação (como referência, ver índices IMA-B 5, IMA-B e IMA-B 5+) tenha sofrido ao longo deste período, acreditamos que esta parcela do portfolio deverá ter uma performance  positiva ao longo dos próximos meses e anos. Aqui, vale a pena atentarmos para uma conta simples porém com grandes impactos em janelas de longo prazo:

Atualmente, a taxa de juro real presente na parcela longa de inflação do fundo FIC OABPREV SP é cerca de 5,75% a.a. Este juro real permite ao aplicador dobrar o seu patrimônio de forma real (descontada a inflação) a cada 12 anos. Porém, cada vez que esta taxa cai, o tempo necessário para se dobrar o patrimônio aumenta de forma exponencial. A título de curiosidade, se este yield real médio cair dos atuais 5,75% a.a. para algo como 4%a.a., o tempo necessário para se atingir este mesmo feito passa a ser de 18 anos. Ou seja: uma queda de menos que 2 pontos percentuais na taxa de juro real destes títulos longos faz com que o tempo necessário para se dobrar o capital aumente em 50%!

Ou seja, o que queremos mostrar é que os atuais níveis de taxas de juros reais presentes nos títulos longos brasileiros indexados a inflação são bastante atraentes, principalmente para investimentos de previdência.

Além disso, é importante lembrar que quando tratamos de um portfolio de previdência, uma das principais características desejáveis é a proteção contra a inflação. Ou seja, o racional deste investimento é que o participante obtenha a manutenção do poder de compra ao longo do período de investimento. Naturalmente, em determinados momentos do tempo (como tem sido o ano de 2013), dada a volatilidade natural dos mercados, este efeito não é verificado. No entanto, com a maturação mais longa dos investimentos buscamos não somente a manutenção do poder de compra, como também um ganho real, em muitos casos expressivos, para o investidor.

Vale lembrar, que o investimento do fundo OABPREV SP nesta classe (renda fixa inflação) vem sendo bastante vencedora, mostrando que em um cenário de mais longo prazo, o investimento neste tipo de ativo para um fundo de previdência faz total sentido. Veja na tabela abaixo a performance dos 2 fundos de inflação nos quais a OABPREV SP aplica:

 

No caso de renda variável, o cenário incerto para Brasil fez com que os principais índices de bolsa tivessem quedas relevantes (favor verificar índices acima). Entretanto, a alocação de renda variável do fundo OABPREV SP privilegiou uma estratégia mais defensiva, que possui uma relação risco x retorno mais apropriada para o perfil dos participantes. Trata-se da estratégia “Dividendos”. Para ilustrar como esta decisão foi vencedora, veja a performance da tabela abaixo, onde mostramos a rentabilidade deste fundo “Dividendos” versus os 2 principais índices de bolsa do Brasil:

 

Vale lembrar que uma característica importante e muito saudável no sentido de diluição de risco dos planos de previdência são os aportes frequentes feitos em diferentes momentos de mercado. Isto faz com que oportunidades de investimento sejam naturalmente aproveitadas.

Assim sendo, para finalizar,  gostaríamos de destacar que apesar do ambiente econômico volátil e difícil ao longo do primeiro semestre de 2013, acreditamos que o atual portfolio do fundo OABPREV SP está adequado aos objetivos do mesmo e, mais ainda, está desenhado para entregar bons resultados em horizontes de investimento mais longos, sendo esta a principal finalidade do fundo.


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