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NOTÍCIAS
05/02/2010
Marcos José Pagani de Oliveira, advogado em São José do Rio Preto (SP), é o participante número 20.000 da OABPrev-SP. Aos 33 anos, solteiro, inscreveu uma irmã como beneficiária e contribui com R$ 100 reais por mês. “Pretendo aumentar o valor da contribuição ao longo do tempo”, frisa, em conversa com o OABPrev Informa.
Ele conta ter tomado conhecimento do plano de previdência por intermédio de um colega e que a primeira característica que lhe chamou a atenção foi a baixa taxa de administração – em torno de 2%. “Os bancos cobram cerca de 5%”, registra. Após uma análise minuciosa, o que pesou decisivamente em sua escolha foi a tábua biométrica – ou tábua de sobrevivência - adotada pela OABPrev-SP. Tábuas biométricas – conforme o vocabulário técnico do setor - são instrumentos estatísticos utilizados para medir a probabilidade de morte, sobrevivência, morbidez e invalidez de determinado grupo de pessoas vinculadas a um plano de benefícios. Alguns planos utilizam a tábua de 2000. A OABPrev-SP adota a de 1983. Quanto mais antiga a tábua que se usa, maiores os benefícios, pois tal mecanismo baseia-se no envelhecimento da população e na dificuldade da previdência pública em abrigar um número crescente de pessoas.
“Outro fator que motivou minha opção foi o fato de se tratar de um plano criado pela OAB-SP e pela CAASP. Se elas não cuidarem dos seus associados, quem irá cuidar?”, indaga Pagani de Oliveira. Confiante em suas entidades de classe, o advogado atuante na área cível manda um recado aos colegas: “Somos profissionais liberais, não podemos deixar de pensar no futuro”.
